Falências batem recorde de dez anos

ago25

Devido a diversos factores, incluindo os recentes tufões, o sector de restauração de Macau verificou, até agora, uma “quebra de dois dígitos” no volume de negócios no período das férias de Verão, em comparação com o período homólogo do ano passado, afirmou o subdirector da União das Associações dos Proprietários de Estabelecimentos de Restauração e Bebidas

https://jtm.com.mo/local/restaurantes-quebra-de-dois-digitos-nos-negocios/


ago25

Nos primeiros seis meses deste ano, o balanço relativo aos empréstimos em dívida não pagos por pequenas e médias empresas (PME) atingiu um nível de 5,6 mil milhões de patacas, revelou a Autoridade Monetária de Macau (AMCM) na sexta-feira. A autoridade acrescenta que o aumento de 7,6 por cento do crédito malparado no primeiro semestre de 2025 se ficou a dever, “principalmente, à queda do balanço dos empréstimos em dívida concedidos às PME”.

A proporção do crédito malparado na primeira metade de 2025 registou um aumento de 1,4 pontos percentuais, face aos 6,2 por cento do primeiro semestre de 2024, ou um aumento anual de 700 milhões de patacas de crédito por pagar.

A AMCM aconselhou o sector bancário a encetar negociações com as PME para criar “planos de reembolso flexíveis, sob o princípio da gestão prudente de riscos e de acordo com as suas próprias políticas de crédito, continuando a fornecer apoio de crédito aos clientes com dificuldades de liquidez”.

O nível do crédito malparado registado na primeira metade deste ano atingiu o valor absoluto mais elevado desde 2028, quando a RAEM sentia o impacto da crise financeira mundial.

https://hojemacau.com.mo/2025/08/25/malparado-dividas-das-pme-sobem-para-valor-mais-alto-desde-2008/

 ago25

INQUÉRITO REVELA DECLÍNIO NOS NEGÓCIOS ENTRE 54% DAS PME

A Aliança de Sustento e Economia de Macau, associação ligada aos “Conterrâneos de Jiangmen”, divulgou ontem os resultados de um inquérito com vista a perceber o ambiente de negócios das pequenas e médias empresas (PME) locais. De um total de 1.037 PME inquiridas, 54% afirmaram ter vindo a registar uma tendência de diminuição no volume de negócios, sendo que os inquiridos consideram a “concorrência de mercado renhida” e os “custos operacionais elevados” como as restrições dominantes ao seu desenvolvimento. Além disso, 62% confessaram que não conhecem as medidas de apoio actualmente implementadas pelo Governo. Nesta vertente, algumas consideram que as informações sobre a apresentação de pedido para beneficiar das medidas de apoio não são transparentes, além de que os procedimentos de solicitação são complexos. Por outro lado, o estudo revela que mais de 70% das empresas inquiridas estão disponíveis ou mesmo a promover operações digitais. Porém, somente 9% concluíram efectivamente esta transformação digital. Entre estas, a maioria está apenas em fase de tentativas iniciais, o que, para a associação, mostra que existe uma disparidade entre a vontade das PME e a sua capacidade de concretizar esse objectivo. Além disso, após terem sido ouvidas por 15 académicos, as PME entrevistadas obtiveram 51,4 pontos, de uma escala de zero a 100, no que respeita ao ambiente de negócios em geral de Macau, resultados inferiores aos das regiões vizinhas. Como solução, a associação sugeriu a criação de uma plataforma “one stop” relativa às políticas para as PME, de modo a simplificar os procedimentos e o lançamento de um apoio financeiro vocacionado para o marketing. Além disso, a associação defendeu a ampliação da abrangência da divulgação das políticas e a implementação de um mecanismo de avaliação da eficácia.
https://jtm.com.mo/local/inquerito-revela-declinio-nos-negocios-entre-54-das-pme/


ago25

Dívidas por pagar das PME de Macau atingem valor mais elevado desde 2008

https://www.plataformamedia.com/2025/08/22/dividas-por-pagar-das-pme-de-macau-atingem-valor-mais-elevado-desde-2008/

ago25

Na primeira metade de 2025, foram criadas menos empresas, ao mesmo tempo que se registaram mais falências nos últimos dez anos. Apesar do recorde negativo, no primeiro semestre, continuaram a ser constituídas mais empresas do que as que foram dissolvidas

 

Nos primeiros seis meses deste ano, foram constituídas 2.020 empresas e dissolvidas 469, o que representou um crescimento líquido de 1.551 empresas. Segundos dados divulgados pela Direcção dos Serviços de Estatística e Censos (DSEC) na quarta-feira, o capital social das empresas criadas na primeira metade de 2025 fixou-se em 303 milhões de patacas.

Apesar do saldo positivo entre empresas criadas e dissolvidas, no primeiro semestre deste ano as 469 falências registadas bateram o recorde dos últimos dez anos. Segundo dados avançados pela TDM – Rádio Macau, as falências no primeiro semestre de 2025 aumentaram 5 por cento face aos primeiros seis meses do ano passado, quando foram dissolvidas 445 empresas. O cenário fica mais negro comparando com os números de 2023, com o aumento de um quarto das falências, quando foram dissolvidas 376 empresas.

A emissora pública realça também que na última década, apenas em dois anos faliram menos de 400 empresas no primeiro semestre.

As estatísticas divulgadas pela DSEC mostram ainda que isolando o segundo trimestre deste ano foram constituídas 1.107 sociedades, “a maior parte destas pertencia ao ramo de actividade económica do comércio por grosso e a retalho (380) e ao ramo dos serviços prestados às empresas (326)”. Entre Abril e Junho, foram extintas 283 empresas, o que representou um crescimento líquido do número de sociedades de 824, mais 97 face aos primeiros três meses de 2025.

O primeiro semestre deste ano, acumulou outro recorde dos últimos 10 anos, além das falências. Na última década, o primeiro semestre de 2025 foi aquele em que foram constituídas menos empresas. As 2.020 empresas criadas no período em análise representaram uma quebra anual de 12 por cento, uma vez que nos primeiros seis meses de 2024 foram criadas 2.296 sociedades.

Pelo menos desde 2016 que não eram registadas tão poucas empresas, com a tendência decrescente no primeiro semestre a ser a tónica dominante dos últimos três anos. Porém, o fosso é ainda maior quando a comparação é feita com os anos antes da pandemia. Nos primeiros seis meses de 2019, foram criadas 3.278 empresas, mais 1.258 do que no primeiro semestre de 2025.

Apesar do declínio do tecido empresarial de Macau, verificado nos números de falências e criação de sociedades, nos últimos dez anos o saldo positivo entre os dois factores foi uma constante, ou seja, foram sempre constituídas mais empresas do que dissolvidas.

https://hojemacau.com.mo/2025/08/08/economia-falencias-batem-recorde-de-dez-anos/

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